Acho que pela primeira vez na minha vida eu havia ficado tão confusa. Era uma sensação estranha. Perguntas que eu formulava em minha mente: por que eu estava daquela forma? Eu definitivamente não era assim. Fiquei pensando e tentando achar um motivo para aquele comportamento anormal, até que de repente a campainha tocou. Mas eu não esperava visitas, e para piorar já era noite e eu estava sozinha em casa. Estava morrendo de medo de atender, mas fui. Para a minha surpresa, um menino alto, com um sorriso se projetou na minha frente: era o Raul. Fiquei meio encabulada e perguntei o que ele fazia à essa hora na minha casa. Ele carinhosamente me respondeu que não estava conseguindo achar a resposta para uma das perguntas formuladas pela Juh, e queria a minha ajuda. Eu interroguei-o dizendo porque ele não ia falar com ela. Ele me respondeu que achava que seria melhor falar comigo, que era mais simpática.
Nesse momento ele abriu um sorriso, e disse : e então ? Você pode me ajudar ou não ? Não sei o que me deu mas novamente fiquei sem reação. Ele teve de me chacoalhar para que eu caísse na real, e dissesse que claro que poderia ajudá-lo, já que a nota não seria só dele, e sim do grupo ao todo.
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário